Crime

“Flordelis deu aval para o crime”, diz delegada

A delegada Bárbara Lomba, que foi a primeira nas investigações do assassinato do pastor Anderson do Carmo, durante o depoimento disse que investigou as relações de todos os envolvidos no crime com Flordelis.

Segundo Bárbara Lomba a partir da investigação ficou claro que a deputada não só estava ciente da ação criminosa, mas que também estava envolvida.

Pastora Flordelis confessou ter ciência de plano para assassinar marido


“Até a altura em que nós investigamos, eu posso afirmar que as pessoas envolvidas – assim, de novo, as pessoas em cujos telefones, em cujos depoimentos, é, nós comprovamos que estavam diretamente envolvidas – todas são absolutamente vinculadas à deputada Flordelis. E de outra parte, por isso nós tivemos o cuidado de investigar também como funcionavam as relações ali, naquele grupo, nós conseguimos saber com clareza, isso não tem dúvida, que nada aconteceria dentro daquela casa e como aconteceu sem o aval final da deputada”, afirmou a delegada Bárbara Lomba.

“Até onde investiguei, continuaria considerando a deputada investigada. Com tudo que apuramos: influência que exercia com as pessoas cujo o envolvimento foi comprovado na execução e planejamento do crime. Essas pessoas são diretamente ligadas e influenciadas pela deputada Flordelis”, reforçou.

A delegada Bárbara Lomba foi substituída nas investigações pelo delegado Allan Duarte Lacerda em janeiro de 2020.


O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados ouve nesta terça-feira (13) testemunhas no processo contra a deputada (PSD-RJ).

A deputada Flordelis é acusada pelo Ministério Público de ser a mandante do assassinato do marido, o pastor Anderson do Carmo. O crime aconteceu em junho de 2019, em Niterói (RJ). A parlamentar responde processo por quebra de decoro parlamentar no Conselho.

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