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Pastor acusado de fazer parte do tráfico no RJ se pronuncia e alega perseguição política

O pastor Elisamar Miranda Joaquim, da Assembléia de Deus Semeando fogo que é candidato à Câmara de Vereadores do município pelo PDT e foi acusado de ser o chefe do tráfico no Complexo do Roseiral, em Belford Roxo, se pronunciou nesta sexta-feira (30), alegando perseguição política.

Elisamar é irmão de Eliezer Miranda Joaquim, o Criam, uma das lideranças do Comando Vermelho em Belford Roxo, que foi preso ano passado. De acordo com a polícia, Criam continua controlando, da cadeia, as atividades do tráfico no Complexo do Roseiral.

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Na nota de esclarecimento, o pastor diz que tem absoluta certeza e confiança na justiça, onde todas essas acusações infundadas, segundo ele, serão esclarecidas.

“O Pastor Elisamar é um homem íntegro que ajuda muitas famílias necessitadas e desenvolve projetos sociais há tempos nas comunidades carentes de nossa cidade. Pedimos a intercessão dos santos, para que tudo seja o mais rápido esclarecido. Quem conhece de fato o nosso Pastor, sabe do seu caráter, do quão amável é e da sua integridade”, diz a nota.

Segundo o MPRJ, o bando de Criam e de Elisamar não só controlava o tráfico no Roseiral, como também adotava táticas de milícia, com extorsões e ameaças.

A polícia afirma que a quadrilha explorava conjuntos habitacionais. Para tal, indicavam os síndicos, a quem cabia cobrar taxas dos moradores. Caso eles não pagassem, o fornecimento de água era suspenso — podendo chegar à expulsão.

Também, o grupo está por trás de diversos assassinatos na região.

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